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Traslados


DOIS BEECH BARON NA ALA DE TAMPA AO RIO

Sábado, 26 de julho de 2008, saí do Rio para Tampa-FL para buscar dois Baron B58 que estava comprando para dois amigos e que estavam na HawkerBeechcraft fazendo a inspeção para a expedição do Export Certificate of Airworthness, necessário para o registro das aeronaves no Brasil. 

Perdi alguns dias arrumando a burocracia pois os vendedores fizeram uma confusão danada e tive que aguardar a papelada ficar pronta.

Na segunda feira encontrei com meu amigo John Cock que veio de Deland para me encontrar. Fui com ele até o escritório da FAA em tampa para pegar a segunda via da minha Licença americana que eu havia perdido junto com meus outros docuemntos que estavam na carteira que caiu no mar enquanto eu vlejava em Angra dos Reis. Levei uma meia hora para resolver o problema. John se prontificou a trazer um dos Barons para mim, evitando que eu tivesse que fazer dois traslados seguidos. 

Perto do Hotel que estava tinha um restaurante à beira do lago e lá eu jantei todas as noites. No Bahamas Breeze tinha boa comida, cerveja gelada e música ao vivo.

Na terça feira fiz um vôo no N629M com o piloto do Joe, o broker que vendeu o avião. Ele se ofereceu para levá-lo até Fort Lauderdale para, na Banyan, fazer o update dos GPS Garmin 530 e 430 que equipam o avião. 

No dia seguinte, resolvidos os problemas de remessa de dinheiro e documentação do N581US e com a chegada do John, abastecemos e decolamos para KFXE. Deixamos o avião na Banyan para fazer o mesmo serviço nos GPS, compramos bote, coletes salva-vidas, fones BOSE e outros itens que necessitávamos e fomos jantar.

O restante dos papéis do N629M ficaram prontos em Tampa e, na quinta feira fomos até lá buscá-los. Na ida demos uma passada em Deland para pegar um “reforço de caixa” na casa do John pois eu tinha gasto mais do que previa. Voltamos para Fort Lauderdale e fizemos os procedimentos de saída junto às autoridades federais (alfândega e imigração) e ficamos preparados para sair na madrugada do dia seguinte.

Decolamos de Fort Lauderdale as 04:00 h , direto para Punta Cana na República Dominicana onde abastecemos. 

Punta Cana para Crown Point- MDCP, fizemos DCT. Deu para ter saudades de casa ao constatar que a ilha mais próxima ficava a 300 NM. Antes de Granada, que fica 75 NM do nosso destino, o tempo ficou ruim, com muitos CBs. Suas bases quase tocavam no mar, formando um paredão que, no radar, apareciam como um muro vermelho. Pousamos lá depois de umas 05;30 h de vôo mas não tinha AVGAS. Depois de uma enorme perda de tempo e de muita burocracia, decolamos para Granada, ilha muito linda mas na qual eu havia jurado não pousar mais. Tivemos que tirar visto ( eu e Salomão) para poder pernoitar naquela ilha. Lembrando da “surra” que levamos com os procedimentos de entrada e saída da última vez que passei por lá ( abril passado quando fui de RV7 para o Sun’d Fun), contratei os serviços de um funcionário que fez toda a papelada e nos aliviou do estresse que lá é enorme.

No sábado cedo decolamos e voamos direto para Macapá. Foram 06:00 h de vôo. A burocracia de entrada no país nos permitiu decolar de Macapá as 18:00 h e voamos para Brasília em mais 06:45 h. Chegamos em Brasília depois da meia noite. Nesse trecho o Salomão, que vinha comigo, passou para o avião do John para fazer a fonia em português. 

Domingo de manhã voamos para o Rio com Plano de vôo para SBRJ pois queríamos vir alto e isso só é possível voando IFR. Na chegada a meteorologia deteriorou e nosso plano de seguir VFR para SBJR foi prejudicado. Tivemos que pousar no Santos Dumont porque Jacarepaguá fechara VFR dez minutos antes de chegarmos.

Foram 25: 40 h de vôo para cada aeronave. Muitas fotos tiradas em vôo quando muitas vezes voamos na ala. Nenhum incidente ou problema. 

Na segunda feira fui com o John até o RJ buscar os aviões que trouxemos para Jacarepaguá. Lá o John aproveitou para dar uma geral no LEGEND que o Gilbsrto comprou e que foi construído por ele. À noite levei-o ao Galeão onde ele embarcou de volta para casa. 

 

 

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