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Aventuras


UM PASSEIO DE RV7 ATÉ TAMPA-FL COM A NAMORADA

Tudo começou num “papo de bêbados” nem lembro quando, do ano passado... Falávamos sobre viajar... curtir os aviões que tínhamos, Pat e eu o RV7 , João e Lia o RV10. O plano era ir até o Caribe para mostrar a eles as belas ilhas e águas incríveis que existem naqueles mares. 

Quando procurávamos a melhor época para viajar, falamos em abril ou maio pois ficava longe do “inverno” de chuvas no Norte e longe da época dos furacões no Caribe. 

Aí lembrei do encontro da EAA, o Sun’n Fun em lakeland-FL e sugeri que “esticássemos” um pouco nossa viagem e fôssemos à feira. Todos toparam e assim seria feito.

Antes da viagem tive pouco tempo para me preparar porque participei, com o RV7, de uma filmagem para a ESPN em Paulo Afonso-BA e só regressei ao Rio um dia antes da data prevista para a partida. 

O Apolo fez uma revisão caprichada, instalamos três câmaras e um gravador de imagens para filmar nossa aventura e, finalmente...estávamos prontos. Era dia 4 de abril de 2008.

O sábado, dia 05, amanheceu com chuva e assim ficou até a noite. Adiamos a saída para o dia seguinte, acabamos de arrumar os aviões e almoçamos no Barra Brasas com João, Lia e Fernando. À noite fomos à casa do Yuri e saímos com ele, Carla e Kevin.

No domingo saímos de JR as 08:30h planejando ir para Luziânia mas acabamos pousando em Araxá devido ao mau tempo que nos acompanhou desde o Rio de Janeiro e nos dificultou a passagem das serras entre Angra e o interior mineiro. 

Enquanto abastecíamos em Araxá o Yuri me ligou e lhe contei sobre a meteorologia. Consultando a internet ele me deu como única chance de prosseguir a viagem, seguir uma rota totalmente diferente da planejada.

Nós que iríamos por Luziânia, Marabá, Macapá e de lá para Granada, acabamos indo por Barra do garças, São Félix do Araguaia, Itaituba, Boa Vista e Granada.

Pousamos em Barra do garças e lá encontramos com a Mônica e o Dionízio, ela, irmã da Pat. Jantamos com eles e as irmãs botaram o papo em dia.

Conseguimos decolar no dia seguinte lá pelas 10:00 h devido ao teto muito baixo que deixou o campo fechado VFR. 

O pessoal de Barra é “pró-aviação” e, assim que o teto subiu um pouco, nos autorizaram a decolar com destino a São Felix do Araguaia para abastecer. 

Levamos quase o dobro do tempo previsto pois fomos umas 30 NM e voltamos à vertical do ponto de saída, seguimos por outro caminho, desviamos de grandes formações até acharmos uma passagem para chegar ao destino.

Abastecidos, decolamos para Itaituba. No meio da etapa a luz do alternador começou a piscar. Chegando a Itaituba contactei o Armando Pala, meu amigo de longa data. Guardamos os aviões no seu hangar e ele chamou o Ceará para olhar o alternador. Apesar da sua imensa boa vontade ele não conseguiu resolver o problema. Jantamos com a família Pala no Hotel Aruanâ.

No dia seguinte o Jr e o Beto me levaram para o Aeroporto. O Armando chegou em seguida. A Pat, a Lia e o João vieram de táxi as 07;30h.

Decolamos para Boa Vista. As “meninas” ficaram excitadíssimas por estarem voando sobre a Floresta Amazônica e vibraram quando cruzamos o rio Amazonas.

Voávamos entre as nuvens, procurando os buracos para manter a condição VMC. Mostrei a eles o que a “civilização” já havia feito com a floresta lá perto de Boa Vista...nas margens da parte executada da Radial Norte cuja construção foi interrompida muitos anos passados. 

Em Boa Vista fizemos a alfândega e imigração e decolamos com destino a Granada. 

Inicialmente voamos na aerovia que vai em direção a Georgetown para desviar da serra mais alta que tem na reta entre Boa Vista e Granada. Tivemos problemas com o Centro Amazônico que insistia em “controlar” vôos VFR e não permitiu que voássemos no mesmo nível, mesmo tendo decolado com mais de cinco minutos de intervalo. O João que ficou mais baixo, encontrou muitas formações e levou muita pancada na turbulência que havia naquele nível.

Passamos Trinidad pelo limite Echo da Ilha e logo tivemos que baixar pois havia CBs na rota. Voando baixo, quase na altura das ondas, conseguíamos achar o caminho entre os aguaceiros e as bases dos CBs. Quase na chegada a Granada o alternador pifou de vez. 

Em Granada tentamos achar um mecânico mas não havia nenhum na Ilha. Liguei para o Werne Calado e ele me sugeriu achar um eletrecista de automóveis. Fizemos isso no dia seguinte pois a noite já chegava. O pessoal da imigração criou caso conosco e exigiu que tirássemos um visto. Ficaram com nossos passaportes. Fomos para o Hotel Grand Beach Resort.

Acordei cedo e fui para o aeroporto. Encontramos com o mecânico que retirou o alternador, me deixou no Hotel e foi para a oficina para avaliar o estrago. De lá me ligou dizendo que o alternador não tinha concerto.

Achei que a viagem tinha acabado ali, pelo menos a ida até a Sun’n Fun. O mecânico me tranqüilizou dizendo que o alternador era automotivo e que ele conseguiria um novo para mim, trocaria a polia e o suporte pelo antigo. Em duas horas me pegou no hotel e fomos para o Aeroporto instalar o novo alternador. Enquanto isso a Lia e a Pat foram tirar o VISA para nós. Quando o avião ficou pronto, lá pelas 14:00h, chamamos a Pat e a Lia que vieram de táxi e decolamos, depois de muita confusão com o imbecil da imigração que reclamava das Gen Dec, tentando recuperar o tempo perdido pois já passávamos das 15:30h.. 

Nosso destino era St Maarten mas muitos CBs na rota e com previsão de chegada no destino já após o por do Sol, devido ao vento contra, pousamos em Fort de France na Martinica. 

Por lá foi só alegria. Tudo fácil. Nem passaporte nem Gen Dec nos pediram. Fomos para o Hotel xxxxx. Lá, como em Granada, comemoramos a viagem com um bom vinho no jantar.

Decolamos cedo saímos no rumo de Saint maarten (TNCM). Nessa rota passamos sobre muitas ilhas, cada uma delas mais linda que a outra. Combinei com a Pat que , no futuro, voltaremos lá, alugaremos um veleiro e passearemos uma semana curtindo aquele mar indescritível.

Antes de sobrevoar St Maarten, passamos por Dominica, Guadalupe e no través da Ilha de Montserrat cuja pista de pouso foi soterrada pela lava vulcânica alguns anos passados.

Quase sobre St maarten curvamos a esquerda e rumamos para o destino e na rota passamos pela Virgin Gorda, St Thomas e Porto Rico, antes de chegar a Punta Cana ( 03:30 h) onde reabastecemos.

Decolamos no rumo de Providenciales mas, como andávamos bem, seguimos até Nassau ( 04:05 h). Na chegada vínhamos alto (10.500’) para fugir da turbulência abaixo dos inúmeros cúmulos que se formavam no topo das térmicas. O João vinha na frente e iniciou a descida e eu o segui. Como o RV7 é mais liso, ultrapassei-o e desci mantendo a manete à frente para dar a separação e não atrapalhar seu tráfego.

Aí o APP Nassau me chamou e pediu para eu reduzir a velocidade. Nessa hora a VS estava em 220 Kt. O RV estava mais veloz que o resto dos tráfegos.

Decolamos cedo com plano para Tampa mas ao chamar a Radio Miami soubemos que teríamos que pousar na Costa Leste, num dos aeródromos de entrada, antes de voar sobre o território Americano do Norte. Foi falha minha pois eu já tinha lido sobre isso mas, como na vez que fui daqui para lá voando com o Sertanejo do Jean Barbará o planejado era pousar em Fort Lauderdale, não tivemos problemas, acabei esquecendo.

Pousamos em Fort Lauderdale ( 01:15) e no CUSTOMS fomos advertidos que deveríamos ter telefonado antes de sair ou ter colocado no plano ACUST (advise customs).

Explicamos que nosso Plano foi preenchido para Tampa e, como foi aceito, não percebemos o erro e ficou tudo bem. A multa seria de cinco mil dólares para cada aeronave.

Decolamos de lá para tampa e guardamos os aviões num dos hangares da Hwker Beechcraft , reservamos um hotel e alugamos um carro com a Signature, o FBO de Tampa, e fomos para Lakeland visitar a feira Su’n Fun.

Estacionamos o carro no Aeroporto, ao invés de ir para o lado da feira, e fomos de “shutle” pois com isso evitamos o intenso tráfego daquele lado, tanto na chegada quanto na saída. Assim fizemos no dia seguinte também.

Encontramos muitos conhecidos por lá. Na barraca do Gaúcho, uma lanchonete próxima do estacionamento dos T6 e P51, encontramos o “gauchal”: Nego Márcio com a esposa, seu filho Tiago com a namorada e outros.

Dia seguinte voltamos a feira depois de passearmos por Clearwater, uma bela cidade à beira do Golfo do México.

No domingo, dia 13 de Abril, decolamos para Fort Lauderdale e pousamos no KFXE estacionando as aeronaves na Banyan. Lá reservamos hotel e alugamos um carro.

À noite fomos jantar com um sobrinho da Lia numa churrascaria gaúcha.

Segunda feira iniciamos nossa viagem de regresso e saímos com destino a Provo (MDPV) . Tentamos ficar no Hotel Turquise Reef, onde costumava ficar, mas ele não existe mais. Ficamos no THE SANDS.

Curtimos a praia do hotel que tem uma das águas mais claras do mundo, jantamos bem e fomos dormir pois no dia seguinte sairíamos cedo.

As 0900 h fomos fazer snorkeling nos arrecifes que fazem uma barreira de proteção a dois Km da praia. Por volta das 13:00h o Barco nos deixou na praia do Hotel onde ficamos a tarde. Alugamos dois veleirinhos parecidos com um Hobby Cat e brincamos um bocado aproveitando o vento bem razoável que soprava. Depois disso fomos para a piscina beber cerveja e lá conhecemos dois casais de americanos muito simpáticos. Jantamos no HERMINGWAY como na noite anterior.

Decolamos as 08:00h para Punta Cana. Reabastecemos e decolamos para St Maarten. 

Pousamos em TNCM e, para não nos aborrecermos com a burocracia, contratamos o handling da Carmem. Ela já me atendera quando passei por lá com o Yuri no Legend. Ficamos hospedados no Maho Beach Hotel e fomos à praia famosa onde os turistas apreciam os pousos e decolagens dos grandes jatos que tocam na pista apenas alguns metros após passar o muro que existe no limite da praia.

Havíamos alugado um carro e fomos a Marigot jantar mas não achamos a MARINA ROYALE onde ficam os restaurantes franceses onde costumava jantar. No restaurante onde acabamos jantando o gerente informou o endereço da marina que eu procurava.

No dia seguinte demos um belo passeio pela ilha. Fomos a philipsburg que é a capital do lado holandês. Lá, na Front Street, rua de intenso comércio, conseguimos achar o iPhone que tanto procuramos em Tampa, Clearwater e Fort Lauderdale, objeto de desejo da Pat. Acabamos comprando cinco, um para cada um de nós e um para o Yuri.

Continuando o passeio passamos por Green Cay que tem uma linda praia e chegamos ao outro lado da ilha, passando ao lado da pista de pouso em Grand Case onde almoçamos num restaurante a beira mar.

Passamos por Port Marigot já a noitinha e jantamos num dos restaurantes da Marina.

Decolamos cedo para St Lucia que tem uma bela pista à beira mar. Nos hospedamos no Hotel Caribean Jewels que fica na encosta da montanha. Lá de cima avistávamos a baia e a marina repletas de veleiros. Depois de pegarmos uma piscina resolvemos descer para a praia e pegamos uma Van do Hotel. 

A Lia queria uma praia “wild” e achamos uma no canto da baia onde, embaixo das árvores havia um bar. Bebemos cerveja e comemos um peixe frito de primeira.

Decolamos de Sta Lucia e tivemos que pousar em Granada para reabastecer pois Sta Lucia não tem Avgas. Pegamos alguma nebulosidade que nos obrigou a alguns desvios.

De lá voamos para Georgetown, também para reabastecer. Infeliamente não tínhamos autonomia para seguir direto a Cayena.

A burocracia por lá foi massacrante. Após tudo feito e abastecidos, tive que fazer o Plano de Vôo. Acabaram com o acesso à TWR que existia, pelo pátio e tive que sair do Aeroporto. Na volta, tive que fazer toda a papelada novamente.

Com plano para Cayenna tivemos que alternar Zandery devido à meteorologia. O aeroporto fica longe da cidade e, para não perdermos tempo demais na estrada, dormimos no Hotel Lilly que fica numa vila próxima ao aeroporto. O hotel era péssimo, tanto na comida quanto na dormida.

AVGAS só tinha noutro aeroporto mas que não era internacional, assim, decolamos com a gasolina que tínhamos à bordo.

Devido ao mau tempo viemos no topo. Umas trinta milhas náuticas antes de Cayena os CBs estavam intransponíveis. Avistei um buraco e desci por ele, seguido pelo JJ. Ao chegar em baixo, constatei que o CB já havia passado por ali e as “barbas de bode”, as nuvens que se formam na floresta após a chuva, ainda estavam na altura das árvores. Voei dentro do leito de um rio tentando não “guardar” enquanto o JJ estava atrás. Quando ele cantou “perdi de vista”, botei o nariz para cima e falei para ele fazer o mesmo. Guardado subi para 1500’e o JJ foi para 2500’ voando pelo PA-piloto Automático.

Voamos assim por uns dez minutos e logo saímos do outro lado, chegando VFR a Cayena.

Fiz contato com o Jean Luc Dubas, um francês casado com brasileira e que trabalha na Sala AIS de Rochambeau, o Aeroporto de Cayena. Jean Luc eu conheci há muitos anos e, sempre que passo por lá, nos encontramos. 

Com a meteorologia péssima, tivemos que interromper nossa viagem naquele dia. Jean Luc nos levou para o Hotel Chaumiere que fica em Matoury. Lá almoçamos com ele. Sua esposa está num retiro forçado pois tem vergonha das seqüelas que lhe sobraram após um derrame.

A noite ele foi lá jantar com a gente. Soubemos que o Bitar havia tido uma pane após a decolagem e que pousara no mato com o Bravo 700. Estava no Clube esperando nossa chegada e resolveu fazer um vôo. Felizmente nada lhe aconteceu.

Na segunda feira, dia 21 de abril, fomos para o aeroporto mas o teto estava muito baixo e chovia. Mudamos para o Hotel Ki Tay. Andamos até o centro da cidade onde almoçamos num restaurante brasileiro. Depois do almoço as mulheres compraram roupas, e fomos a um Cyber café. Jean Luc nos levou para jantar num restaurante Frances, a PIZZERIA D’ÉNTREACT.

Na terça fomos para o aeroporto e decolamos com plano para SBBE, apesar das recomendações do meteoro que dizia ser impossível voar VFR até lá. 

Desviando do mau tempo nos aproximamos de Macapá e resolvemos pousar e fazer nossa entrada naquele aeroporto. 

De lá voamos para SBJC. Voamos sobre a Ilha do Marajó e apreciamos a beleza daquela ilha. Um CB enorme fechou VFR tanto SBBE quanto SBJC. Eui já voava no rumo de uma pista que fica no litoral Leste da ilha quando resolvi tentar contornar o CB pelo Sul e entrar em Júlio Cesar pelo lado Leste. 

Deu certo. Nem tivemos que completar o desvio pois consegui avistar a cidade quando passava no seu través voando no rumo Sul.

Gilberto Bittar nos levou para o Hotel xxxx. A noite fomos beber no Shoping das Docas com o Gilberto, Naza, Gilna, Adao Teixeira, Alexei e esposa, Gilbertinho e esposa.

No dia seguinte fomos conhecer a cidade com o Gilbertinho, esposa e Gilna. A noite fomos jantar na casa das onze janelas.

De Belém falamos com o Gerard que nos cobrou uma visita, já que na ida não o visitamos. Nosso plano era seguir pelo litoral para visitar os Lençóis Maranhenses e a Praia de Jericoacoara. Uma frente fria estava ativa no litoral do Sudeste, e subindo. Aí decidimos mudar os planos e deixar os Lençóis e Jericoacoara para outra viagem e fomos para Brasilia com abastecimento em Palmas-TO. Pousamos na pista do Piquet onde o Gerard nos esperava para levarnos para sua casa.

A Margi “fez” uma bela paella que comemos na companhia do Geraldo, Norton e namorada e do , Jorge, o instrutor do Geraldo no Antonov.

 

 

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assim foi a saída do Rio tentando ir para Luziânia. Voava sobre a baia de Angra dos Reis
pouado em Araxá-MG
No Discoporto de Barra do Garças-MT
eus companheiros de viagem com o cunhado da Pati no mirante em Barra do garças
Chegando a Sao Feliz do Araguaia
pista de garimpo antes de Itaituba-PA
Rio Tapajós em frente a Itaituba-PA
Pista de Itaituba SBIH
Papa Golfe no hangar da TIÊ Táxi Aéreo em Itaituba-PA
cruzando o Rio Amazonas
Depois de mais de 90' de vôo, na proa de Boa Vista, o primeiro sinal de vida humana: uma aldeia de indios
Pista de Boa Vista SBBV
chegando ao Atlântico depois de cruzara Amazônia. So brevoo de Guiana
Cruzando o ytavés de Trinidad
chegando a Ilha de Granada
Pista de Granada TGPY
Pati no Hotel em Granada
ilhas na rota entre granada e Nassau
Chegando na Martinica
A pista de Fort de france na Martinica TFFF
A Ilha de Mont Serrat devastada por um vulcão
A pista de Punta Cana TTPC na República Dominicana
Lia no Aeroporto de Punta Cana
litoral da república Dominicana
Pista de um condomínio numa ilha próxima a Providenciales nas Turks Islands
Crooked Island
A pista de Nassau nas Bahamas MYNN
no bar do hotel em nassau
o joão sobrevoando a área onde eu pousei um agrícola alguns anos atrás
chegando à costa da Flórida
O Aeroporto de Fort Lauderdale Executive KFXE
no solo em KFXE fazendo a entrada nos EUA
na finalo para pouso em Tampa-FL KFTP
FBO da Signature no hangar da Hawker Beachcraft em tampa onde guardamos os aviões
meu sonho de consumo: um EXTRA 300
O João "babando" num Mustang P-51
O PITTS do Randy Cane que eu voei ha mais de 15 anos atrás
deixando a costa da Flórida com destino a Providenciales
praias de Providenciales
por do Sol no hotel em Provo
jantar no hotel em Provo
aproveitando a praia em Provo
a pista do lado francres de St Maarteen
na final para pouso em St Maarteen TNCM
a praia na cabeceira da pista de St Maarteen
pista de Santa Lucia
vista do hotel em St lucia
Pousando em Thimery , Georgetown na GUIANA
Pouso em Zanderij SMJP
mau tempo na chegada a Cayena
Pousando em Macapá-AP SBMQ
cruzando o Equador sobre a Ilha de Marajó-PA
de cabeça prá baixo
a Ilha de Marajó e seus alagados
um CB na chegada a Belem-PA
pista do Julio Cesar em Belem-PA SBJC
Em Belem aproveitamos para fazer uma revisão de 50 horas nos aviões
meu outro sonho de consumo