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Cronicas


NA VIDA... QUANTO MAIS SE VIVE MAIS SE APRENDE...

NA AVIAÇÃO..... QUANTO MAIS SE APRENDE MAIS SE VIVE


Quem escreveu isto sintetizou muito bem o que sempre tentei passar para quantos tive oportunidade de aconselhar. Em aviação não existe o piloto que já aprendeu tudo. A cada vôo se deve aprender alguma coisa e somar experiência ou então aquele vôo não foi de grande valia. Contentar-se com os conhecimentos adquiridos é parar de evoluir como piloto, é estagnar.

Para quem voa profissionalmente, conhecer em detalhes o equipamento que opera é compulsório e qualquer companhia que se preze exige isto de seus pilotos, para segurança de seus passageiros. Para quem voa por esporte, a falta deste conhecimento põe sua própria segurança em risco.

Estudar a teoria de vôo é algo que sempre me fascinou. Perdi a conta de quantos livros li a respeito e, quando me sobra um tempo, tendo oportunidade, releio algum, se não tiver nada ainda não lido. Me causa insegurança não entender o que se passa com a aeronave em alguma situação ou atitude e a única maneira que vejo de me sentir plenamente seguro é conhecendo todas as reações daquilo que vôo. 

Teoricamente, quanto mais horas de vôo você tiver, maior será a chance de você ter experimentado todas as possibilidades de atitudes e reações da aeronave. Na prática, este ganho de experiência está atrelado ao tipo de vôo que você faz. 

Existem muitos tipos de vôo e cada um deles te dá experiência num tipo de operação, desenvolve em você alguma habilidade específica. 

Um piloto de acrobacia opera a aeronave nos seus limites e a controla em qualquer atitude, já um piloto de garimpo sabe como operar um avião nas condições mais adversas e extremas possíveis. Um Piloto de Linha Aérea sabe como voar em condições meteorológicas abaixo dos mínimos para vôo visual e seguindo as regras de vôo por instrumentos e um piloto agrícola sabe o que é decolar de trilhas no meio da lavoura com o avião carregado, voar rasante e manobrar a baixa altura.

Sempre fui contra colocar como principal parâmetro na medida da experiência de um piloto o número total de horas de vôo. E a qualidade destas horas? Quem tem mais experiência? Um piloto que já voou uma infinidade de aeronaves, fez acrobacia, voou agrícola e foi piloto de provas e tem, digamos duas mil horas de vôo ou outro que voou, por exemplo, dez mil horas somente numa mesma Ponte Aérea?

Pilotos desportivos podem achar que, por não serem profissionais, não necessitam de mais conhecimentos do que aqueles mínimos e suficientes para passar na prova teórica da ABUL. 

O recém formado, além de não conhecer a teoria de vôo com mais profundidade, detém pouca experiência. Se nesta fase sobrevier uma emergência diferente daquelas treinadas durante o curso e em conseqüência acontecer um acidente, a experiência poderá ser traumatizante para alguns. Talvez seja por este motivo que tenho visto muitos Ultraleves empoeirados no fundo dos hangares dos nossos aeroclubes e clubes desportivos.

“Pato novo não mergulha fundo”, por isto: deixe para realizar aquela “aventura da sua vida” para quando tiver adquirido experiência. Faça de cada vôo um aprendizado. Comece com “pequenas aventuras” e acompanhado por alguém mais experiente. No início, escolha o dia com as condições ideais para voar. Conheça bem sua aeronave antes de alargar seus horizontes. Leia, aprenda e treine tudo que puder torná-lo um melhor piloto. Isto lhe dará tempo de ganhar experiência e lhe garantirá muitas horas de prazer, com certeza. 

Quem escreveu isto sintetizou muito bem o que sempre tentei passar para quantos tive oportunidade de aconselhar. Em aviação não existe o piloto que já aprendeu tudo. A cada vôo se deve aprender alguma coisa e somar experiência ou então aquele vôo não foi de grande valia. Contentar-se com os conhecimentos adquiridos é parar de evoluir como piloto, é estagnar.

Para quem voa profissionalmente, conhecer em detalhes o equipamento que opera é compulsório e qualquer companhia que se preze exige isto de seus pilotos, para segurança de seus passageiros. Para quem voa por esporte, a falta deste conhecimento põe sua própria segurança em risco.

Estudar a teoria de vôo é algo que sempre me fascinou. Perdi a conta de quantos livros li a respeito e, quando me sobra um tempo, tendo oportunidade, releio algum, se não tiver nada ainda não lido. Me causa insegurança não entender o que se passa com a aeronave em alguma situação ou atitude e a única maneira que vejo de me sentir plenamente seguro é conhecendo todas as reações daquilo que vôo. 

Teoricamente, quanto mais horas de vôo você tiver, maior será a chance de você ter experimentado todas as possibilidades de atitudes e reações da aeronave. Na prática, este ganho de experiência está atrelado ao tipo de vôo que você faz. 

Existem muitos tipos de vôo e cada um deles te dá experiência num tipo de operação, desenvolve em você alguma habilidade específica. 

Um piloto de acrobacia opera a aeronave nos seus limites e a controla em qualquer atitude, já um piloto de garimpo sabe como operar um avião nas condições mais adversas e extremas possíveis. Um Piloto de Linha Aérea sabe como voar em condições meteorológicas abaixo dos mínimos para vôo visual e seguindo as regras de vôo por instrumentos e um piloto agrícola sabe o que é decolar de trilhas no meio da lavoura com o avião carregado, voar rasante e manobrar a baixa altura.

Sempre fui contra colocar como principal parâmetro na medida da experiência de um piloto o número total de horas de vôo. E a qualidade destas horas? Quem tem mais experiência? Um piloto que já voou uma infinidade de aeronaves, fez acrobacia, voou agrícola e foi piloto de provas e tem, digamos duas mil horas de vôo ou outro que voou, por exemplo, dez mil horas somente numa mesma Ponte Aérea?

Pilotos desportivos podem achar que, por não serem profissionais, não necessitam de mais conhecimentos do que aqueles mínimos e suficientes para passar na prova teórica da ABUL. 

O recém formado, além de não conhecer a teoria de vôo com mais profundidade, detém pouca experiência. Se nesta fase sobrevier uma emergência diferente daquelas treinadas durante o curso e em conseqüência acontecer um acidente, a experiência poderá ser traumatizante para alguns. Talvez seja por este motivo que tenho visto muitos Ultraleves empoeirados no fundo dos hangares dos nossos aeroclubes e clubes desportivos.

“Pato novo não mergulha fundo”, por isto: deixe para realizar aquela “aventura da sua vida” para quando tiver adquirido experiência. Faça de cada vôo um aprendizado. Comece com “pequenas aventuras” e acompanhado por alguém mais experiente. No início, escolha o dia com as condições ideais para voar. Conheça bem sua aeronave antes de alargar seus horizontes. Leia, aprenda e treine tudo que puder torná-lo um melhor piloto. Isto lhe dará tempo de ganhar experiência e lhe garantirá muitas horas de prazer, com certeza. 

 

 

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